A amada Salete Moreira enviou-nos a seguinte pergunta:
Ilustríssimo Pastor Anor,
Saúdo com a paz do Senhor Jesus Cristo!
Aproveito esta oportunidade para deixar-lhe algumas perguntas da Bíblia Sagrada que ainda tenho dúvidas.
Por favor, quando possível, esclareça-as para mim.
Ficarei aguardando as respostas no blog da Academia Teológica. Vamos lá!
3-Qual é a diferença entre criticar eticamente e doutrinariamente um instituição religiosa e o seu pregador, de julgá-la a ponto de cometer o erro relatado em Mt. 7:1-6?
Que o Senhor Deus o abençoe.
Com todo respeito que o senhor merece,
Muito obrigada!
Salete Moreira.
Amada Salete, a Paz do Senhor Jesus Cristo,
ResponderExcluirAvaliar e criticar ética e doutrinariamente o que uma instituição religiosa ensina, bem como o(s) seus pregadores é uma obrigação de todo o crente que deseja ter a sã doutrina ensinada, pregada e vivida.
O apóstolo Paulo ensinou que os crentes bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, PARA VER SE TUDO ERA ASSIM MESMO.
Eles não se deixavam iludir por palavras e aparências bonitas, mas com o conteúdo íntegro da Palavra de Deus.
Julgar, porém, não significa avaliar com discernimento uma idéia ou proposta, mas condenar severamente.
O crítico que julga os outros é um descobridor de erros num processo negativo e destrutivo.
Ele vive à procura da falha dos outros. Imagina sempre as piores intenções nas pessoas, joga água fria nos seus planos, e é implacável com os erros deles. Não tem misericórdia.
Julgar é colocar-se no lugar de Deus.
Julgar é o vício farisaico da auto-exaltação, que faz pouco dos outros para fazer-se sentir superior aos demais. É um modo muito baixo de alcançar uma falsa "superioridade moral".
Deixei recentemente um ministério doentio nesse sentido, e que faz isto diuturnamente, pesquisando em jornais e revistas assuntos para criticar no rádio, no púlpito, envenenando a alma do povo. Graças a Deus estou livre disto!
Em Cristo, e por Cristo,
Pr. Anor Afonso Serio
Pastor Anor, a paz em nome de Jesus!
ResponderExcluirA denominação a qual o senhor pertencia tem o seu ponto centrado na apologia, sobre isso pergunto:
1-É possível praticar a apologia cristã sem que direta ou indiretamente seja preciso criticar as falsas religiões as pseudoigrejas cristãs?
2-Por que o senhor demorou tanto tento para se desligar da igreja anterior já que lá todo o seu talento e dons de ensino eram cerceados e mal aproveitados pelo líder da igreja e em raríssimas vezes deixam-no pregar nos cultos de domingo à noite!
Fique com Deus e parabéns pelo blog!
Rodrigo Assaly
Amado Rodrigo, a Paz do Senhor Jesus Cristo,
ResponderExcluirRespondo:
1-Sim, é possível fazer a defesa da fé, sem que isto se torne uma doença, como é o caso daquela denominação, que envenena a tudo e a todos com sua patologia de auto-exaltação.
A postura saudável é a recomendada por Paulo a Timóteo em II Tm. 4:2:" Pregue a Palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina".
Se pregarmos a Palavra de Deus com paciência e doutrina, como estamos fazendo na Academia Teológica, não precisaremos ficar enfatizando sempre os erros dos outros, pois não ficará em pé nada contrário aos ensinamentos da Bíblia Sagrada.
2-É verdade. Fui cerceado por muito tempo no ministério daquela denominação, porque o ministério de ensino estava crescendo muito com as respostas no programa de rádio, com a Academia, Escola Dominical, e isto incomodava muito. Quanto à pregação, talvez por receio de que o povo gostasse mais da minha maneira de pregar ensinando (afirmo isto não por vanglória, mas porque muitos irmãos me confessaram este fato).
Confesso que por muitas e muitas vezes antes cheguei a pensar em sair da denominação, mas o amor que tinha e tenho pelos meus alunos da Academia, Escola Dominical e do programa de rádio me faziam cumprir a orientação de Jesus em Mt. 5:41:" Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas.".
E eu andei muito mais...
Em Cristo, e com Cristo,
Pr. Anor Afonso Serio