sábado, 25 de setembro de 2010

A CRUZ DE CRISTO

A amada irmã Joana Lemos enviou-nos as seguintes questões para debate:

Ministro Anor, boa noite na paz de Deus!

Por favor, responda-me as perguntas a seguir.

a) Qual é o real significado da cruz?

b) O verdadeiro símbolo do cristianismo é a cruz ou o peixe?

c) De onde surgiu o costume de fazer o sinal da cruz com as mãos?

d) Em algum momento da história do cristianismo os cristãos primitivos tiveram o costume de fazer o sinal da cruz com as mãos?

e) É pecado usar um colar, brinco, pingente, etc com uma cruz vazia pendurada nele?

F) Por que há igrejas evangélicas que colocam a cruz de Cristo nos seus logotipos e templos e outras não?

Obrigada!

Joana

6 comentários:

  1. Caro Pr. Anor,e irmã Joana,
    PAZ em Jesus.
    Meu pastor,aproveitando a pergunta da irmã Joana,gostaria que o Sr. nos respondesse também qual a origem e significado da cruz com duas linhas horizontais.Há alguma relação desse símbolo com a cruz de Jesus?
    Obrigada ,que Deus o ilumine,
    Abs
    Maria Rita

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  2. Amadas Joana e Maria Rita, a Paz do Senhor Jesus Cristo,

    Respondo em 2 (duas) partes:

    Parte I

    A cruz é o escândalo que Paulo descreveu em I Co. 1:27: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes”.

    C. H. Chesterton afirmou que se fizermos um diagrama correto da mente cristã, ela não deveria ser representada um círculo que engloba tudo em um sistema, mas por uma cruz que, a partir de um paradoxo central, desloca-se em todas as direções para que possa lançar luz sobre todos os aspectos da realidade.

    Compreender o poder e a importância da cruz em relação a todas as áreas da vida é a chave para que haja saúde e plenitude na Igreja de Jesus Cristo. A revelação do significado total da cruz é uma responsabilidade de todos os líderes da Igreja do Senhor.

    Martinho Lutero, o reformador do sec. XVI, foi quem melhor entendeu o significado do poder da cruz. Isto é provado pela revolução teológica promovida por uma única frase: “a justificação apenas pela fé” (Rm. 1:17)

    Pensando em significados podemos afirmar que os principais são:

    1) A Cruz fala sobre Responsabilidade com Deus

    Todo cristão tem a responsabilidade de obedecer a palavra de Deus, pondo-a em prática na sua vida diariamente.Muitos cristãos tem se afastado de Deus porque não querem ter compromisso com a Palavra de Deus, porém Jesus disse: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”( Jo. 14:15). Então, quem ama Jesus Cristo pratica a vontade dEle, e quem não o ama pratica sua própria vontade e esquecerá de Deus.

    2) A Cruz fala sobre Renúncia

    Muitas pessoas, inclusive pretensos cristãos, não querem abandonar seu ego para serem usados por Deus, e preferem satisfazer seus desejos em vez de fazer a Vontade daquele que deu a própria vida por todos nós. Porém, quando estão com problemas querem que Deus os solucione, como se Ele fosse o gênio da lâmpada.

    Porém, a Bíblia Sagrada diz que Ele é o Senhor, e nós é quem somos os servos. É nossa a obrigação de servi-lo, e não Ele a nós. Devemos buscar Seu reino e amá-lo, fazendo primeiramente a sua Vontade, adorá-lO, e depois de ter feito nossa parte, Ele, por seu amor supre nossas necessidades fundamentais!
    “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas (o contexto do capítulo 6 garante o suprimento apenas das coisas básicas, como roupa, comida e bebida, e não de todas as coisas) vos serão acrescentadas.” (Mt. 6:33)

    3) A Cruz fala sobre Comunhão com Deus

    A cruz foi construída com duas hastes de madeira, uma na vertical e outra na horizontal, simbolizando que aquele que estava no seu centro morrendo por todos nós realizava novamente a união entre Deus (trave vertical) e os homens (trave horizontal), trazendo salvação a toda humanidade! “Porque Ele (Jesus) é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade.” (Ef. 2:14)

    4) A Cruz fala sobre Sacrifício

    Jesus mostrou com sua própria vida que todos que querem segui-lo passarão por muitas dificuldades e tribulações, mas que as mesmas servirão para nos capacitar na sua Obra.
    A cruz era um instrumento de tortura, o que aponta para o sofrimento, e que uma vida vitoriosa conseguida pela fé, não somente em posses materiais, mas antes pelas espirituais. “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.” (Rm. 8:18). “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim...” (Gl 2.19b-20).

    Os elementos anticristãos do mundo secular dariam tudo para conseguir eliminar manifestações públicas da cruz. Ainda assim, ela é vista no topo das torres de dezenas de milhares de igrejas, nas procissões, sendo freqüentemente feita de ouro e até ornada com pedras preciosas. A cruz, entretanto, é exibida mais como uma peça de bijuteria ao redor do pescoço, ou pendurada numa orelha.

    - continua abaixo - Parte II -

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  3. Amadas Joana e Maria Rita, a Paz do Senhor Jesus Cristo,

    Parte II

    Cristo tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma de morte do Messias (Sl. 22), não porque a cruz em si tinha alguma ligação com nossa redenção. Era imprescindível o derramamento do sangue de Cristo em Sua morte como prenunciado nos sacrifícios do Antigo Testamento, pois "sem derramamento de sangue não há remissão" (Hb 9.22); “é o sangue que fará expiação em virtude da vida” (Lv 17.11).

    A cruz revela a malignidade do homem e o amor de Deus.

    A cruz revela, por toda a eternidade, a terrível verdade de que, por baixo da bonita fachada de cultura e educação, o coração humano é “enganoso... mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto” (Jr. 17:9), capaz de executar o mal muito além de nossa compreensão, até mesmo contra o Deus que o criou e amou, e que pacientemente o supre.

    Ao mesmo tempo em que a cruz revela a malignidade do coração humano, entretanto, revela a bondade, a misericórdia e o amor de Deus. Cristo “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Fp. 2:8).

    A cruz prova que existe perdão para o pior dos pecados.

    Existe, ainda, outro sério problema com o símbolo da cruz, e especialmente o crucifixo católico que exibe um Cristo perpetuamente pendurado na cruz, assim como o faz a missa. A ênfase está sobre o sofrimento físico de Cristo como se isto tivesse pagado os nossos pecados. Pelo contrário, isto foi o que o homem fez a Ele, e só podia nos condenar a todos.

    Nossa redenção aconteceu através do fato de que Ele foi ferido por Jeová e “sua alma foi dada como oferta pelo pecado” (Is 53:10); Deus fez “cair sobre ele a iniqüidade de nós todos” (Is 53:6); e “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados” (I Pe. 2:24).

    Cuidado, não anule a cruz de Cristo!

    A grande maioria da humanidade, tragicamente rejeita a Cristo. E aí enfrentamos outro perigo: é que em nosso sincero desejo de vermos almas salvas, acabamos adaptando a mensagem da cruz para evitar ofender o mundo. Paulo nos alertou para tomarmos cuidado no sentido de não pregar a cruz “com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo” (1 Co 1.17).

    Muitos pensam que o evangelho pode ser apresentado de uma forma nova, mais atraente do que o fizeram os pregadores de antigamente.

    Quem sabe, as técnicas modernas de embalagem e vendas poderiam ser usadas para vestir a cruz numa música ou num ritmo, ou numa apresentação atraente assim como o mundo comumente faz, de forma a dar ao evangelho uma nova relevância ou, pelo menos, um sentido de familiaridade.

    Quem sabe poder-se-ia lançar mão da psicologia, também, para que a abordagem fosse mais positiva. E Cristo não teria vindo para nos resgatar desse ato de sermos vitimados e de nossa baixa perspectiva de nós mesmos e para restaurar nossa auto-estima e auto-confiança?
    Mescle a cruz com psicologia, e o mundo abrirá um caminho para nossas igrejas, enchendo-as apenas de “membros”, como ocorre, infelizmente, na maioria das igrejas neo-pentecostais de nossos dias.

    Ao confrontar tal perversão, A. W. Tozer escreveu:

    “Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal.
    A velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm.
    A velha cruz condenou; a nova cruz diverte.
    A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne.
    A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado, mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz”.
    A cruz é o lugar onde nós morremos EM Cristo!

    Em Cristo, e por Cristo,

    Pr. Anor Afonso Serio

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  4. Amada Joana, a Paz do Senhor Jesus Cristo,

    Respondo o item b) de sua pergunta:

    Todas as religiões apelam para símbolos. O Cristianismo não é exceção quanto a possuir um símbolo visual. Todavia, a cruz não foi o primeiro.

    Por causa das selvagens acusações dirigidas contra os cristãos, e da perseguição a que estes foram submetidos, eles tiveram de ser muito circunspectos e evitar ostentar sua religião.

    Assim a cruz, agora símbolo universal do Cristianismo, a princípio foi evitada, não somente por causa da sua associação direta com Cristo, mas também em virtude de sua associação vergonhosa com a execução de um criminoso comum.

    De modo que nas paredes e tetos das catacumbas (sepulcros subterrâneos na periferia de Roma, onde os cristãos perseguidos provavelmente se esconderam), os primeiros motivos cristãos parecem ter sido ou pinturas evasivas de um pavão (que se dizia simbolizar a imortalidade), uma pomba, o louro dos atletas ou, em particular, de um PEIXE.

    Somente os iniciados saberiam, e ninguém mais poderia adivinhar que ichthys ("peixe") era o acrônimo de Iesus Christos Theou Huios Soter ("Jesus Cristo Filho de Deus Salvador").

    Mas o peixe não permaneceu como símbolo cristão, sem dúvida porque a associação entre Jesus e o peixe era meramente acronímica (uma disposição fortuita de letras) e não possuía nenhuma importância visual.

    Um pouco mais tarde, provavelmente durante o segundo século, os cristãos perseguidos parecem ter preferido pintar temas bíblicos como a arca de Noé, Abraão matando o cordeiro no lugar de Isaque, Daniel na cova dos leões, seus três amigos na fornalha de fogo, Jonas sendo vomitado pelo peixe, alguns batismos, um pastor carregando uma ovelha, a cura do paralítico e a ressurreição de Lázaro.

    Tudo isso simbolizava a redenção de Cristo e não era incriminador, uma vez que somente os entendidos teriam sido capazes de interpretar o seu significado.

    Os cristãos podiam ter escolhido a manjedoura em que o menino Jesus foi colocado, ou o banco de carpinteiro em que ele trabalhou durante sua juventude em Nazaré, dignificando o trabalho manual, ou o barco do qual ele ensinava as multidões na Galiléia, ou a toalha que ele usou ao lavar os pés dos apóstolos, a qual teria falado de seu espírito de humilde serviço. Também havia a pedra que, tendo sido removida da entrada do túmulo de José, teria proclamado a ressurreição. Outras possibilidades eram o trono, símbolo de soberania divina, o qual João, em sua visão, viu que Jesus partilhava, ou a pomba, símbolo do Espírito Santo enviado do céu no dia do Pentecoste. Qualquer destes sete símbolos teria sido apropriado para indicar um aspecto do ministério do Senhor.

    Mas, pelo contrário, o símbolo escolhido foi uma simples cruz.

    Seus dois braços já simbolizavam, desde a remota antigüidade, os eixos entre o céu e a terra. Mas a escolha dos cristãos possuía uma explicação mais específica.

    Desejavam comemorar, como centro da compreensão que tinham de Jesus, não o seu nascimento nem a sua juventude, nem o seu ensino nem o seu serviço, nem a sua ressurreição nem o seu reino, nem a sua dádiva do Espírito, mas a sua morte e a sua crucificação.

    Parece que o crucifixo (isto é, uma cruz contendo uma figura de Cristo) não foi usado até o sexto século.

    Parece certo que, pelo menos a partir do segundo século, os perseguidos cristãos não apenas desenhavam, pintavam e gravavam a cruz como símbolo visual de sua fé, mas também faziam o sinal da cruz em si mesmos ou nos outros.

    Uma das primeiras testemunhas dessa prática foi Tertuliano, o advogado-teólogo do Norte da África, em cerca de 200 A.D. Escreveu ele: “A cada passo e a cada movimento dados para frente, em cada entrada e em cada saída, quando nos vestimos e nos calçamos, quando tomamos banho, quando nos assenta¬mos à mesa, quando acendemos as lâmpadas; no sofá, na cadeira, nas ações corriqueiras da vida diária, traçamos na testa o sinal da cruz.”

    EM Cristo, e por Cristo,

    Pr. Anor Afonso Serio

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  5. Amada Joana, a Paz do Senhor Jesus Cristo,

    Respondo mais uma questão acima colocada:

    c) De onde surgiu o costume de fazer o sinal da cruz com as mãos?

    Este costume da igreja católica de fazer o “sinal da Cruz” não é novo, muito menos bíblico.

    Há mais de 6.000 anos já se fazia o “T” ou “Sinal da Cruz”.

    Naquela época, na Mesopotâmia, os antigos babilônios usavam cruzes como símbolos na adoração de Tamuz, seu deus da fertilidade e da proteção.

    Tamuz era o deus dos sumérios conhecido também como Dumuzi, e pelos egípcios como Osíris. Tamuz tinha como companheira Asterote, a rainha dos céus (...Maria?), que se chamava Ishtar para os acádios, e Inanna para os sumérios.

    Ao fazer com fé o sinal do "T" ou "sinal da Cruz" sobre os olhos, os antigos sumérios criam que o deus Tamuz os protegesse, e rechaçasse os demônios que os espreitavam.

    Tamuz, ou “Dumuzi”, foi o deus Sol, que nasceu em 25 de dezembro, e deu origem ao deus Mitra e ao Sol Invictus, que “morreu” na cruz, mas que 3 dias depois “reviveu”.

    “Para um bom entendedor, meia palavra basta.”

    Em Cristo, e por Cristo,

    Pr. Anor Afonso Serio

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  6. Amada Joana, a Paz do Senhor Jesus Cristo,

    Respondo abaixo as demais questões acima colocadas:

    d) Em algum momento da história do cristianismo os cristãos primitivos tiveram o costume de fazer o sinal da cruz com as mãos?

    Nunca Jesus Cristo, seus Apóstolos (os verdadeiros), e o Apóstolo Paulo fizeram o “Sinal da Cruz”.

    Este costume só foi instituído depois que o Sinal estabelecido no início da igreja, o acróstico ICHTHUS (Peixe), foi substituído pelo “Sinal da Cruz” pela igreja romana.

    Os ministros de Deus são chamados pescadores, porquanto procuram conquistar os homens para Cristo e para o reino (Mt 4:19; Mc 1:17; Lc 5:10).

    O sinal ICHTHUS foi usado como uma forma secreta de comunicação entre os cristãos do início da Igreja dentro das catacumbas romanas.

    Eles entalhavam este sinal nas paredes para que se identificassem com outros cristãos. É uma palavra grega que significa "peixe" (daí o uso do desenho), que formava um acróstico:

    I esous = Jesus
    Ch ristos = Cristo
    Th eous = de Deus
    U ious = Filho
    S oter = Salvador

    Significando: Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador.

    Além de ser o acróstico mais conhecido dos cristãos da igreja primitiva, esse foi também o mais perigoso em toda a História.

    Durante o primeiro século da Era Cristã, os cristãos foram perseguidos e presos. Muitos deles faleceram nas arenas romanas, lutando contra leões.

    A associação de qualquer cidadão romano com este acróstico, sinal secreto de adesão à doutrina cristã, bastava para que ele se tornasse uma vítima da intolerância religiosa do Estado romano.

    A prática do Cristianismo só se tornou totalmente liberada no início do século IV, quando a igreja aliou-se com a política, e o imperador Constantino, por decreto, denominou indiscriminadamente cristãos todos os súditos do Império Romano, o que transformou da noite para o dia uma multidão de pagãos em cristãos nominais, iniciando o processo de paganização da teologia católica romana.

    e) É pecado usar um colar, brinco, pingente, etc com uma cruz vazia pendurada nele?

    Não, pois é uma forma de lembrar como Jesus foi morto, morreu perdoando todos os nossos pecados, mas ressuscitou, e não ficou na cruz, pois não está morto para ficar pregado na cruz, e sim, VIVO!

    O cristão crê num Senhor vivo, ou não poderia crer de modo nenhum. Crê num Senhor vivo que morreu uma morte expiatória, pois nenhum outro pode segurar a fé que uma alma tem sob a condenação do pecado.

    O evangelho contém tanto a morte quanto a ressurreição de Jesus, visto que sua morte nada teria realizado se ele não tivesse ressurgido dentre os mortos.

    Contudo, o evangelho enfatiza a cruz, visto que foi aí que se realizou a vitória.

    A ressurreição não alcançou nossa libertação do pecado e da morte, mas nos deu certeza de ambos. É por causa da ressurreição que "nossa fé e esperança" estão "em Deus" (1 Pedro 1:21).

    F) Por que há igrejas evangélicas que colocam a cruz de Cristo nos seus logotipos e templos e outras não?

    A cruz é o emblema central da esperança cristã e da Redenção através de Jesus Cristo, maior que o sofrimento.

    Quem deseja enfatizar o seu compromisso com Cristo, lembrando que os símbolos são muito importantes para os seres humanos, utiliza a cruz como um símbolo, como marca, pois ela relembra o “porquê” da existência da igreja, e faz direcionar suas ações para o que ela significa.

    Em Cristo, e por Cristo,

    Pr. Anor Afonso Serio

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