Este texto do livro de Malaquias 3:10-11, é muito usado por pastores ignorantes e inescrupulosos que espiritualizam descaradamente textos das Escrituras Sagradas, tirando-as do seu contexto e terem um pretexto para manipular na hora das ofertas e dízimos, os crentes que não estudam a Bíblia Sagrada.
Malaquias é um livro que como todos os demais do Antigo Testamento NÃO É NORMATIVO (mandatório) PARA A IGREJA DE JESUS CRISTO.
Os livros do Antigo Testamento são normativos para os judeus.
Malaquias em particular, era normativo, obrigatório para os judeus, enquanto ainda tinham o seu templo em Jerusalém, que foi destruído em 9 de “Av” (Julho) do ano 70 d. C. pelo general romano Tito, desaparecendo neste caso a “Casa do Tesouro”, e consequentemente esta obrigação de levar mantimentos ao Templo, pois eles foram espalhados pelo mundo.
O devorador não é um demônio, como afirmam os manipuladores, e sim pragas que comeriam suas colheitas, resultantes de maldições pactuais (Dt.28:39,40) pela desobediência à Lei do Senhor.
Este lugar mencionado em Malaquias era o depósito do Templo de Jerusalém, que eram salas do santuário reservadas para os judeus armazenarem tesouros advindos das ofertas de todo tipo (I Rs. 7:51; II Cr. 31:11,12; Ne. 13:12).
A expressão “provai-me para que eu abra as janelas do céu” refere-se em outra parte à provisão abundante de alimentos que Deus promete aos judeus obedientes à Lei (II Rs. 7:2,19; Sl. 78.23,24).
O “abrir as Janelas do céu” refere-se à bênção prometida segundo a aliança com os judeus (Dt 28:12; Is 44:3).
O texto sobre dízimo que é normativo para a Igreja de Cristo está em Mt. 23:23.
Amada Salete, a Paz do Senhor Jesus Cristo,
ResponderExcluirEste texto do livro de Malaquias 3:10-11, é muito usado por pastores ignorantes e inescrupulosos que espiritualizam descaradamente textos das Escrituras Sagradas, tirando-as do seu contexto e terem um pretexto para manipular na hora das ofertas e dízimos, os crentes que não estudam a Bíblia Sagrada.
Malaquias é um livro que como todos os demais do Antigo Testamento NÃO É NORMATIVO (mandatório) PARA A IGREJA DE JESUS CRISTO.
Os livros do Antigo Testamento são normativos para os judeus.
Malaquias em particular, era normativo, obrigatório para os judeus, enquanto ainda tinham o seu templo em Jerusalém, que foi destruído em 9 de “Av” (Julho) do ano 70 d. C. pelo general romano Tito, desaparecendo neste caso a “Casa do Tesouro”, e consequentemente esta obrigação de levar mantimentos ao Templo, pois eles foram espalhados pelo mundo.
O devorador não é um demônio, como afirmam os manipuladores, e sim pragas que comeriam suas colheitas, resultantes de maldições pactuais (Dt.28:39,40) pela desobediência à Lei do Senhor.
Este lugar mencionado em Malaquias era o depósito do Templo de Jerusalém, que eram salas do santuário reservadas para os judeus armazenarem tesouros advindos das ofertas de todo tipo (I Rs. 7:51; II Cr. 31:11,12; Ne. 13:12).
A expressão “provai-me para que eu abra as janelas do céu” refere-se em outra parte à provisão abundante de alimentos que Deus promete aos judeus obedientes à Lei (II Rs. 7:2,19; Sl. 78.23,24).
O “abrir as Janelas do céu” refere-se à bênção prometida segundo a aliança com os judeus (Dt 28:12; Is 44:3).
O texto sobre dízimo que é normativo para a Igreja de Cristo está em Mt. 23:23.
Em Cristo, e por Cristo,