sexta-feira, 23 de abril de 2010

QUEM ERAM E O QUE HOUVE COM OS CORPOS DOS SANTOS RESSUSCITADOS EM Mt. 27:52-53?

Amados (as) irmãos (ãs), A Paz do Senhor Jesus Cristo,

Segue abaixo mais uma pergunta do amado Nilson Oliver:

Quem eram, o que significa e o que aconteceu com os corpos daqueles santos que foram ressuscitados em Mt. 27:52-53?

3 comentários:

  1. A amada Joana Lemos enviou-me e-mail contendo a seguinte pergunta que complementa o assunto:

    Prezado irmão pr. Anor,
    A paz e a graça do Senhor!

    Na história da Bíblia houve alguns casos de ressurreições onde os ressurretos vieram, mais tarde, a falecer novamente.

    Essas ressurreições não entram em confronto com o texto de Hb. 9:27 que diz que ao homem está ordenado a morrer uma única vez?

    Fique com Deus e muito obrigada!

    Joana Lemos

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  2. Amado Nilson, e amada Joana, A Paz do Senhor Jesus Cristo,

    O próprio texto versículo responde quem eram as pessoas que ressuscitaram em Mt. 27:52-53: eram santos, cristãos que morreram em Cristo.

    Joana, você tem razão, ao homem está ordenado morrer uma só vez, desde que Deus não intervenha e queira fazer um milagre, como este da ressurreição da morte, com o propósito de demonstrar a sua Soberania e o seu poder, e dar esperança aos seus filhos. Foi o caso aqui, pois a morte de Jesus foi um acontecimento único na história humana, e estes fatos certamente foram um marco na vida dos cristãos e também dos incrédulos na época do início da Igreja de Cristo.

    Assim como ocorreu com Lázaro, que também ressuscitou, eles santos morreram novamente, e estão aguardando a ressurreição dos corpos, no dia do Arrebatamento. Serviram ao propósito de Deus, e morreram naturalmente.

    A explicação mais convincente de como estes fatos ocorreram é de que sob o estrito controle e comando do Senhor, aconteceu um terremoto, suficientemente intenso para que se formassem fendas nas paredes rochosas, numerosas nos montes em torno de Jerusalém.

    Em todas essas paredes, porém, há grande número de câmaras mortuárias, cujos acessos, enquanto elas eram ocupadas, ficavam fechados por lajes de pedra.

    Por isso qualquer abalo sísmico em Jerusalém tinha o efeito de que os túmulos se abriam, porque as portas de pedra caíam. Essa circunstância confere importância a esse sinal.

    Este acontecimento da ressurreição destes santos simboliza que, com a morte de Jesus foi vencida a morte, e que sua morte abre as sepulturas das pessoas.

    Pois é por causa de sua morte que a comunidade de cristãos, liberta de culpa e juízo, é transferida para a vida eterna.

    Mateus nos informa que esse sinal não era apenas figurado, mas que a morte de Jesus proporcionou para muitos um ingresso imediato no estado de ressuscitados. O seu olhar está voltado para Jerusalém, para onde a fidelidade de Deus envia de modo maravilhoso novas testemunhas de Cristo.

    Através desse acontecimento foi declarado para muitos PORQUE Jesus morreu. Eles viram que ele entregou a sua vida como resgate, pelo qual libertou muitos da culpa e da morte.

    Mateus não fala do destino daqueles que imediatamente experimentaram o poder vital da morte de Jesus. No entanto, devemos imaginá-lo à semelhança do que aconteceu após a ressurreição de Jesus.

    Assim como o Cristo Ressuscitado é elevado ao reino invisível de Deus, assim também os que receberam nova vida através da morte dele, serão um dia alçados às regiões celestiais.

    Em Cristo, e por Cristo,

    Pr. Anor Afonso Serio

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  3. OS ANOS DE TRIBULAÇÃO E A SHEKINAH DE DEUS

    Ilustre Pr. Anor,
    Saúdo-o com a paz e a graça de Jesus Cristo o nosso Senhor.

    As minhas dúvidas são as seguintes:

    Quando o Apóstolo João escreveu o livro de Apocalipse ele usou três maneiras distintas para se referir aos anos que representam a metade da tribulação, por exemplo:

    Ap. 11:2 Quarenta e dois meses.
    Ap. 13:5 Quarenta e dois meses.
    Ap. 12:14 Um tempo, tempos e metade de um tempo.
    Ap. 11:3 Mil duzentos e sessenta dias.
    Ap. 12:6 Mil duzentos e sessenta dias.

    Alguns teólogos quando comentam sobre esse assunto, sugerem que todas as colocações acima representam o mesmo período de tempo, ou seja, três anos e meio.
    Porém, na opinião deles, é a maneira da colocação no texto que indica se o Apóstolo João queria se referir à primeira ou à segunda metade da tribulação, onde a designação dias se refere à primeira metade da tribulação ao passo que meses e tempos se refere à segunda metade dela. Onde juntando esses períodos temos os sete anos completos de tribulação.

    1- Qual é a opinião do senhor sobre essa forma de interpretação?
    2- Existe algum tipo de enigma ou código secreto que João usou para descrever a qual parte da tribulação ele se referia?
    3- Por que João não foi menos prolixo e não escreveu mais claramente quando queria se referir aos três anos e meio da tribulação?
    3-Sabendo que a palavra Shekinah significa Glória de Deus ou a presença dEle no meio do Seu povo, é correto dizer “Deus derrama sobre nós a Sua Shekinah”?

    Muito obrigado!
    Nílson Óliver.

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